MATANÇA

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on August 31st, 2011 |  1 Comment »
MATANÇA
Vou escrever a você, meu amor..
Que foi mais óbvio do que ócio..
Nestas linhas formo formas..
Para a libertação que preciso..
E planto em meu coração o jardim que eu queria..
Regando as roseiras que não existiram..
Com o choro que ainda teima em ser triste..
Vou escrever a você, meu amor..
Que foi mais terra firme do que céu….
Nestas linhas desenho pássaros..
Para que me carreguem mar adentro..
E espalho, então, junto com estas andorinhas..
Toda a alegria que houve e haveria..
Vou escrever a você, meu amor..
Que foi mais prisão do que libertação..
Nestas linhas crio dragões e serpentes..
Para a inevitável matança..
Das partes de meu corpo que doente ardia..
Espaços meus.. cuidadosamente zelados..
Que só a ti pertencia..
Vou escrever a você, meu amor..
Que foi a luz que ainda me cega..
Nestas linhas fantasio O futuro dia..
E trago, enfim e propositadamente, as trevas..
Para abençoar o enterro de um coração pulsante..
Que descansou e se alegrou no lugar onde não deveria..
Formas.. :)
Andorinhas.. :)
Serpentes.. :)
Dragões.. :)
E eu ainda tenho toda essa imensidão.. :)
Caterê
Vou escrever a você, meu amor..
Que foi mais óbvio do que ócio..
Nestas linhas formo formas..
Para a libertação que preciso..
E planto em meu coração o jardim que eu queria..
Regando as roseiras que não existiram..
Com o choro que ainda teima em ser triste..

Vou escrever a você, meu amor..
Que foi mais terra firme do que céu….
Nestas linhas desenho pássaros..
Para que me carreguem mar adentro..
E espalho, então, junto com estas andorinhas..
Toda a alegria que houve e haveria..

Vou escrever a você, meu amor..
Que foi mais prisão do que libertação..
Nestas linhas crio dragões e serpentes..
Para a inevitável matança..
Das partes de meu corpo que doente ardia..
Espaços meus.. cuidadosamente zelados..
Que só a ti pertencia..

Vou escrever a você, meu amor..
Que foi a luz que ainda me cega..
Nestas linhas fantasio O futuro dia..
E trago, enfim e propositadamente, as trevas..
Para abençoar o enterro de um coração pulsante..
Que descansou e se alegrou no lugar onde não deveria..

Formas.. :)
Andorinhas.. :)
Serpentes.. :)
Dragões.. :)
E eu ainda tenho toda essa imensidão.. :)

Caterê

VESTIDO DE FLORES

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on August 31st, 2011 |  6 Comments »
Uma flor saltou de meu colo..
Pulou em seus bracos.. beijou seu olhar..
Uma flor rosa e amarela..
Do vestido antigo.. que me comprastes na feira..
Do vestido primeiro que me destes olhando o mar..

Eu olhei para a flor.. e pensei: que danada de flor, queres pois ela ocupar o meu lugar??
Sorri pra voce.. olhei em seus olhos..
me levantei, e comecei a te beijar..
Logico, retirei de tua mao esta atrevida e insensata menina..
Envolvi suas maos em meu corpo..
Cheirei o seu colo o seu rosto..
E comecamos a nos amar..

Vestido no chao..
Flores.. no chao..

te amo… te amo..

Catere..

CEU

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on July 13th, 2011 |  46 Comments »

Seus olhos procuravam algo que eu nao compreendia..
o que eu sentia?
Desejo.. desejo de invadir o sua mente.. seus segredos mais protegidos..
Mergulhar em seus anseios.. fantasias.. loucuras..
E cavalgar junto contigo…

Seus olhos estavam inquietos..
Mas por alguns momentos eu percebi que sua carne era minha…
entao quis toca-la.. morde-la.. cerra-la..
desejei parti-lhe ao meio..
mas me segurei diante de outra invasao ja prevista…

Tentei levar-te para voar..
e voce teimou em dizer que nao sabia..
Sera que sua borboleta ainda nao partiu?
Sequer se descobriu??
Teimei levar-te para voar..
cansei.. e resolvi tambem nao ir..

Depois.. me acolhi em seu colo..
Depois.. tu se recolheu em meus bracos..
E te beijei a face, o peito e o desejo..
pra torturar-te um pouco, talvez
pra torturar-me um pouco, talvez
E a escuridao se fez..
E a luz se fez..

Nao ha novas palavras neste dia..
somente o despertar..
do amor batento a porta..
pedindo pra entrar..

GONE

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on July 13th, 2011 |  64 Comments »
DSCN0011
And if the time is over..
My heart just want tell that today is sunshine..
And it will be sunshine tomorrow again..
The time is over.. but this don’t mind..
We are here, on my mind.. on my imagination..
In the same place where one day we believed in something..
Something that made sense for us..

And If the time is over..
My reason just want tell that I can feel the smell of sea..
I can feel the smell of you over the waves..
Above the sunset..
We are here, my dear..
I can feel the smell of our skins
In the same place where one day we believed in something
Something that made sense for us..

Yes, the time is over..
A long time ago the time is over..
When you decided to run away..
When you decided to find another way to live..
When you decided that I was not your partner.. and that all was mistake..
When you decided and told me that don’t love me more..
and is this possible don’t love me more¿
yes.. I could understand..
I could understand in that year.. that the time is over.. but not us..
Yes, the time is over..
Yes, it is..

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on April 29th, 2011 |  137 Comments »

Retorno

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on April 29th, 2011 |  6 Comments »
dscn0465Oh, no..
This can be not true
I want the life.. not the dream..
I want be happy.. not a dreamer..
What is wrong.. ¿
What is so difficult¿
Please, nice woman.. don’t want awake..
Please, wonderful woman.. don´t back..
Please, better of mine.. stay died..

The days show me that I was wrong..
Now that I started to do fine¿
Why I have this mind that can think so many things..
Why I have putted out the dogmas and religious..
Why Im not more able to believe and afraid about God..
Im sure that God can contain the beautiful woman that live inside of me..

Oh please God, back..
Back to me..
To show me all the insanity that I can be..
To make clear that the universe is yours and not mine..
That Im not responsible for decide things and walk..
Give me your representative person to show me the way..
And I promises, I will put my cleverness out.. and I will just go straight

Be intelligent sometimes is not a bless..
Go to sleep, Ana..

Olga

CAMINHO DUBIO

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on November 16th, 2010 |  1 Comment »
Eu, cansada..
E tu na espreita..
Olhando meus passos..
Parei na fonte.. olhei a água.. lavei as mãos..
Desejei partir..
Quem sabe pegar esta rua a frente..
Passar pelo homem sentado a porta..
Dar-lhe o ultimo sorriso..
Beijar-lhe novamente a face..
Seguir.. e não olhar para trás..
Eu, cansada..
E tu na espreita..
Como se eu fosse uma personagem na tela de um filme..
A se perguntar se terei coragem e força pra mudar..
Será que ela irá partir.. ¿
Quem sabe ela dar-me-á o ultimo sorriso..
Beijar-me-á a face..
E seguirá sem olhar pra trás..
Eu, cansada..
Sou a mulher perdida na praça..
O velho desenhista na sarjeta..
Quem sabe, sou a propria estrada..

Desert ..

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on July 28th, 2010 |  34 Comments »

DSCN0011

I love you, my dear..

Because in you I found myself..

Because in you I could be the dream that I had about me..

Because I could be natural..

I love you, my dear..

Because I could see you inside and I stay loving..

Because you could be the dream that you need.. and I stay loving…

I love you, my dear..

Because I never found someone that respect me like you did..

And.. I could respect you like nobody more..

Because I loved your weakness like when you were strong..

Because I loved your pain, your cry like your smile..

Because I loved when you did big things like the smalls..

Because I loved have complex dinners like potates..

This morning, the time was slowly..

Sundently, I was not running like I need..

I was not hiding myself like I need

I was not doing a lot of things like I need..

And in this moment when I stoped, I became full of you again..

The love came like the light of sun.. and make my body warm..

I breezed.. I became full of love.. full of us..

Im sorry.. sorry for the bad things that the goods could not compensate

vulcan

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on July 21st, 2010 |  2 Comments »
My heart  is on fire..
My brain is dissolving..
I looked on mirror and my face was so old..
Nobody is the same after one integer day..
Nobody can walk more like yesterday..
Nobody can smile, cry or live again
The same emotions, the same sensations, the same reasons of life..
In opposite of this dream..
sometimes the mirror change the image, but inside nothing is different
It is like if my heart was always on fire..
My brain was always dissolving..
And the peace that I need just came if I put the wall around myself.
The non-conscience of conscience is the peace
This world is completely crazy..
This words is completely alone..

Elephant

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on July 20th, 2010 |  30 Comments »

dreamer

Well this has got to die
I said, this has got to stop
This has got to lie down
With someone else on top
Well, you can keep me pinned
It’s easier to tease
But you can’t paint an elephant
Quite as good as she

And she may cry like a baby
And she may drive me Crazy
‘Cause I am lately lonely

So why’d you have to lie?
I take it I’m your crutch
The pillow in your pillow case
Is easier to touch

And when you think you’ve sinned
Do you fall upon your knees?
Or d’you sit within your picture?
Do you still forget the breeze?

And she may rise, if I sing you down
And she may wisely cling to the ground
Cause I am lately, horny
So why would she take me thorny?

What’s the point of this song? Or even singing?
You’ve already gone, why am I clinging?
Well I could throw it out, and I could live without
And I could do it all for you
I could be strong
Tell me if you want me to lie
‘Cause this has got to die

I said, this has got to stop
This has got to lie down, down
With someone else on top

You can both keep me pinned
‘Cause it’s easier to tease
But you can’t make me happy
Quite as good as me

Well you know that’s a lie

(Damien Rice)

EXPLOSAO..

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on January 14th, 2010 |  109 Comments »
Tao linda..
E ela chora confusa com a vida..
O tempo nao mostrou ainda que tudo esta bem..
O tempo nao deu-lhe a ternura e descanso..
Mas dara.. eu sei que dara..
Tao linda..
Ela se confunde entre os afazeres..
Ela se desmancha pela casa..
Desagua na pia vazia… arruma a prateleira baguncada..
Lava as roupas e a alma..
Esquece que eh flor.. esquece que a arte e o que dentro de sua alma habita..
Tao linda..
E eu a beijo.. e a compreendo.. porque sinto o seu coracao..
E quero arrancar de dentro dele toda a inseguranca que ainda la mora..
Quero pular com ela.. caminhar longamente..
Sentar na varanda.. e fazer um trico..
Gargalhar..
Quero ve-la gargalhando..
olhando no espelho e vendo-se linda..
porque ela e linda..
Eh a mais linda..

EXPLOSAO..

A Bela e a Fera

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on December 31st, 2009 |  77 Comments »

DSCN0452

Sou eu a fera que mora dentro da bela..

Que uso seu corpo pra enfeitiçar as montanhas..

Que uso seus dons pra transformar o que deseja..

Que movo seu corpo pra ferir a mim mesma..

Sou eu a fera que mora dentro da bela,

Que dança por dentro a dança da morte..

Que mergulha nos outros e devora seus olhos..

Que grita e canta, depois logo deslumbra

E que dorme sozinha fingindo não ver a penumbra..

Sou eu a fera que mora dentro da bela,

Bela querida, que teme e vive na angustia..

Bela querida, que devoro a vida..

Bela infinita, que deseja que eu durma..

Serena

Surumim..

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on December 15th, 2009 |  48 Comments »

Surumim.. Surumim..
Eu sei que você está.. e que existes..
Então escuta o canto de tua rainha..
Que brinca nas águas do mar sozinha..
E constrói um castelo de areia para outro olhar..

Surumim.. Surumim..
Um dia jurastes em meus lençóis..
Que chegaria durante a noite..
E haveria mais asas em meu leito do que nos pássaros do céu..
Então escuta o silêncio desta tua carne..
Que cala diante do universo a espera de teu toque..

Surumim.. Surumim..
Por onde derramas o sangue que me pertence??
Por que derramo o meu em braços que não me encontro??
Se somos só um.. porque nos dividimos em dois??
Por que temos que nos purificar antes de nos encontrar.??.
E se o destino desta vez não quiser..
E forem somente promessas.. e nada mais.. ??

Surumim.. Surumim..
Sei que vens com a força das ondas do mar..
Mas não te vejo por aí..
E sei que já estás..
Que maré é essa que não enxergo??
Que força é essa que constrói o caminho que ainda não trilho??..
Me vejo só.. me sinto só.. e os rostos são todos iguais..
E a espera me dói..
Arde feito sol.. queimando e purificando a minha alma..

Surumim.. Surumim..
Escuta, meu amor.. a minha suplica..
Corra.. atravesse logo este deserto ..
Construa a ponte até o meu destino..
Me leva ao encontro teu..
Pois não tenho mais forças em meus pés..
Estou me perdendo na razão..
Tenho tido menos fé..
Temo morrer em minha desilusão
antes que a vida se vá e teu presente chegue em minhas mãos..

Surumim.. Surumim..
As vezes penso ter te visto..
E luto firme pelo amor que não é o meu..
É um dom que tenho sentir amor..
Logo me lembro que cegara meus olhos..
E os campos são sem flores..
E não há o perfume de teu vento..
Fica apenas um movimento de aprendizado..
Que somente me faz útil neste mundo..
Quanto mais te busco parece que menos te encontro..
E quando penso ter te encontrado..
Volto para o meu quarto.
E me entrego a imagem tua impregnada na parede..

Surumim.. Surumim..
Sinta o vulto meu..
E me alimenta esta minha noite com teu calor..
Preciso.. necessito voltar a beber de teu amor..
Pois estou caindo em um abismo..
Onde no fundo vou encontrar a desesperança..
Me devolva tua ternura..
E me envolva em nosso eterno manto..
Nem que por mais um dia.. por mais um instante..
Mostra-me hoje que ainda vive.
E que não espero em vão..
Que este laço, mesmo perdido na distância e no tempo ainda existe..
Pois sem ele já não faz muito sentido esta vida..

Caterê ….. (ha muitos anos atras)..

Minha parte..

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on December 15th, 2009 |  99 Comments »

Toda arte tem um parte..
De saber e de viver..
Toda arte tem um suspiro.. de um anjo… de algo alem do natural..
Toda arte carrega dentro de si.. uma passagem..uma ponte..
Uma eternizacao ..

Toda arte tem uma parte..
De esperança no infinito..
Na descoberta.. no instante..
Toda arte tem o sussuro de um anjo.. um doce abrigo..
Toda arte carrega em si.. uma melodia.. .
Uma musica de ninar .. tão leve e calma…
Toda arte tem em si..
O acalanto para a alma

FILHA DO DIA..

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on December 15th, 2009 |  19 Comments »

Oh, mae de passagem..
Que em ti abrigava a filha carente..
Um olhar tão confuso..
Uma ansiedade latente..

Oh, mãe de passagem..
Que te vi esmorecer e renascer..
Te vi insegura.. confusa.. descrente..
E depois se tornar uma mulher, tão linda e valente..

Oh, mãe de passagem..
Te amei e te amo..
Teu brilho eh lindo..
Tua figura amiga..
Tua voz me incentiva e me chama..
A dividir contigo minha casa..
Oh, mãe de passagem..
Que alegria ter você em minha vida…

FILHO AMADO

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on December 15th, 2009 |  52 Comments »

Não, não sou sua mãe..
Mas posso ser por enquanto..
Para que olhe em meus olhos.. e entenda o que sente..

Não, não es o meu filho..
Mas podes ser por enquanto..
Para que eu olhe em seus olhos.. e entenda o que sinto..

Oh, meu espelho querido..
Que felicidade senti.. quando me disseste que via em mim alegria..
E mais, quando me dissestes para continuar sendo assim..
Eh como se eu pudesse perdoar-me por algo errado que fui..
Eh como se eu pudesse sentir um grande conforto na alma..
O amor nos curou..
E nos deu de presente esta medalha..
Esta paz.. tão desejada..

Visao..

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on December 14th, 2009 |  29 Comments »

Que a mística pedra azul, me proteja..
Me proteja do lado negro que tenho..
Me proteja de tentar viver o que não sou..
Me proteja de abrir a porta as vezes.. e sair..
sem pensar que novamente posso cair..

Que a mística pedra azul, seja a ancora..
Todas as pontes que passei foram necessárias..
Todos os karmas já pagos..
E no meu renascer.. sou um pássaro que voa feliz..

Que a mística pedra azul, me faca enxergar..
Alem das montanhas e vales..
Alem do oceano a minha frente..
Que ela me faca ver.. que não existe nem bem e nem mal..
E que o destino não importa..
Apenas o caminhar eh que existe..

Ternura

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on December 14th, 2009 |  86 Comments »

Eu vi seus olhos de compaixão..
Compaixão por ter me julgado.
Compaixão por eu ter me julgado..
E no abraço tranqüilo e amigo..
Vi de nossos seres escorrer..
Um comportamento que não compreendíamos..
E que o amor veio curar..
E que o amor veio nos esclarecer..

Eu toquei o seu rosto..
Vi sua maquiagem escorrida..
E quis beijar-lhe a face..
Te agradecer o achado..
Tal qual um tesouro encontrado..
Após uma viagem tão longa..
Segurei então em sua mao
E desejei dar-lhe um presente maior..
Onde haveria dentro de mim um presente melhor?
Me frustei.. e apenas sorri..
Respirei..
Entao olhei a nossa volta. e percebi que isso acontecia a todos..
Vivi entao a emocao de imaginar..
Que a descoberta era mutua..
E que como você para mim.. eu me apresentava sento a ti um tesouro..
Entao te abracei..
Te vi feliz..
E me senti feliz..

Morgana

Comunhao

Posted by Mulherquevoa in Poesias de Catere on December 14th, 2009 |  89 Comments »

Velha e tao conhecida paz..
Um brilho na sala se deu..
Um encanto se fez..
Haviam mais seres que nos..
Haviam mais anjos que o nossos..
E tudo era luz..
E tudo era amor..

Cada qual com sua vida..
Cada qual com o sua historia..
E o passado ruindo ..
E o futuro já não mais importava..
Os sons dos suspiros e choros nos diziam que havia ali uma nova, diferente vida…
E a rosa branca vestiu-se de prata.. depois de dourado..
E tornou-se diamante polido que hoje em nosso peito abriga..

A terra parou..
O céu parou..
E Deus onipresente tatuou em cada entidade a sua marca profunda..
Seja.. Exista.. Ame.. Viva..
Que hoje já eh um novo dia..

A Flor

Posted by Mulherquevoa in Linda on December 14th, 2009 |  44 Comments »

a-flor

Um beijo, amor
E eu me destruo..
Destruo a mulher..
Destruo a vida..
Um beijo, amor..
E vou escorrer entre seus dedos..
E ja nao sou mais eu..
Sou a mulher vestida em fuga..
Um beijo, amor..
E inicia a partida..
Um beijo, amor..
Nao, por favor.. uma flor..
Linda